Você está pensando em fazer um financiamento? Então precisa entender como essa solução financeira funciona. Não importa se o crédito é para a compra de veículos, imóveis ou outros bens — é fundamental conhecer a fundo a alternativa contratada, viu?
Isso porque realizar a operação sem estudar as consequências pode levar ao endividamento e gerar uma situação complicada. Portanto, vale a pena buscar as melhores taxas e condições que se ajustem às suas necessidades pessoais.
Ainda tem dúvidas sobre o financiamento? Vem comigo que vou contar como fazer a operação sem cair no endividamento. Vamos lá?
Entenda as taxas de financiamento
O primeiro passo para realizar o financiamento sem acumular dívidas é entender as taxas envolvidas nesse tipo de operação. Saiba como elas funcionam, a seguir!
Como as taxas de juros são calculadas?
O financiamento tem alguns custos, como os operacionais e impostos, certo? Mas a taxa de juros também é um elemento importante para analisar na hora de escolher a sua linha de crédito.
Ela geralmente tem a ver com o cenário econômico do momento — por exemplo, a inflação e a Selic (a taxa básica de juros da economia). Já o sistema aplicado na operação pode ser de juros simples ou compostos, com uma porcentagem que recai sobre todo o valor que você deve. Calma, que eu explico!
Imagine que uma pessoa financiou R$ 50.000,00 com juros simples de 1,5% ao mês, em 36 parcelas. As mensalidades seriam de R$ 1.409,72. No fim do período, o pagamento seria de R$ 50.750,00.
Só que o mais comum em financiamentos é que os juros sejam compostos. Nesse caso, o cálculo é um pouco mais complicado, mas vou explicar direitinho. Nos juros compostos, a taxa recai sobre o valor inicial mais as taxas das parcelas anteriores.
Por exemplo, pense de novo no caso do financiamento de R$ 50.000,00 em 36 meses, com juros de 1,5% ao mês — porém, compostos. Você viu que a primeira parcela é de R$ 1.409,72, certo?
Mas na parcela seguinte, o valor seria de R$ 1.430,86 (R$ 1.409,72 + 1,5%), a terceira seria de 1.452,32 (R$ 1.430,86 + 1,5%), e assim por diante. Assim, essa forma de cálculo pode elevar bastante o custo do crédito. Então, na hora de contratar o financiamento, veja como os juros funcionam, ok?
Quais são as diferenças entre o financiamento de veículo e de imóvel?
Depois de entender como funcionam os juros em um financiamento, é legal você conhecer as diferenças entre as modalidades de operação. Os principais tipos são o de veículo e de imóvel.
No caso do crédito para comprar automóvel, o montante solicitado é repassado diretamente para a loja que fez a venda. Então, ela recebe a quantia à vista e o devedor fica com a obrigação financeira junto ao banco.
As condições do financiamento variam, mas, em geral, é possível ter até 60 meses para pagar a dívida. Você ainda pode conseguir um crédito de até 100% do valor do bem.
O crédito imobiliário também prevê o pagamento integral ao vendedor e o compromisso do comprador junto ao banco credor. Nesse caso, a avaliação costuma ser mais demorada, porque os valores envolvidos são mais altos.
O prazo de pagamento tende a ser estendido, podendo chegar a 420 parcelas. Na maior parte das vezes, você precisa dar uma entrada de pelo menos 10% do preço do imóvel — o mais comum é que seja de 30%. No entanto, em alguns casos, há como obter condições especiais no valor do bem.
Ainda, se você pretende pagar uma quantia mais baixa nas parcelas ou diminuir os juros, existem caminhos. Por exemplo, em algumas situações, o financiamento imobiliário permite amortizar a dívida com o saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
Você também pode se planejar para dar uma entrada maior ou ter menos parcelas. O que vale é fazer um planejamento cuidadoso para encaixar tudo dentro do seu orçamento, tá bom?
Utilize ferramentas de simulação de financiamento
Até aqui, você entendeu como funcionam os financiamentos. Uma forma de melhorar o seu planejamento é realizar simulações online. Com a ferramenta, dá para analisar as diferentes propostas dos bancos, comparando custos e condições para achar a mais vantajosa.
O seu uso é bem simples: basta buscar o simulador no site ou aplicativo do banco escolhido. Lá, você preenche os dados solicitados e confirma a simulação. Aproveite para ver as condições em diferentes cenários, obtendo uma resposta mais completa.
Só que você precisa analisar os resultados de forma crítica e ter a consciência de que a calculadora é apenas uma referência, tá certo? Isso porque algumas definições do financiamento dependem da análise e da negociação direta com a instituição financeira.
Aumente as suas chances de aprovação
Você já sabe qual é o melhor financiamento para o seu caso, não é mesmo? Mas, para dar tudo certo, ainda falta um passo: a aprovação do crédito.
Veja algumas dicas para aumentar as suas chances de ter um sim!
Tenha em mãos os documentos necessários
O primeiro ponto que a instituição analisa na hora de ceder o crédito são os documentos básicos da pessoa que está solicitando. Por isso, vale deixar tudo em ordem para evitar atrasos e dores de cabeça no processo, ok?
Os documentos variam conforme o tipo de financiamento e a instituição, mas é comum que sejam pedidos os seguintes:
- Documento de identificação (carteira de trabalho, identidade ou habilitação);
- CPF;
- Certidão de nascimento ou casamento;
- Comprovante de residência;
- Carteira profissional;
- Extrato bancário;
- Comprovante de renda;
- Declarações de Imposto de Renda.
Melhore o seu o score de crédito
Outro fator analisado na hora de aprovar um financiamento é o score de crédito. Portanto, vale ficar de olho na sua classificação e se organizar para deixar a pontuação bem alta.
Algumas práticas para melhorar o score são:
- pagar as contas em dia;
- usar o cartão de crédito com frequência — mas de forma consciente;
- renegociar as dívidas;
- manter os dados atualizados na Serasa Experian.
Entendeu como funciona o financiamento? Saber essas informações é importante para evitar o endividamento ao pedir um crédito. Aproveite e use os simuladores para fortalecer o seu planejamento, tá bom?
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