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Como investir dinheiro com segurança em 2025

Saber como investir o seu dinheiro estrategicamente é essencial para colocar a sua grana para trabalhar no mercado financeiro e otimizar o planejamento, não é mesmo? Afinal, esse montante rendendo tende a se acumular com o passar dos anos. 

O ponto positivo é que o mercado conta com diversas opções para a sua carteira de investimentos, independentemente da sua experiência. Inclusive, há alternativas que se caracterizam pela sua segurança e servem como uma porta de entrada para quem nunca investiu. 

Quer saber mais sobre o assunto? Neste conteúdo, vou mostrar como você pode investir o seu dinheiro com mais confiança no mercado financeiro e buscar os resultados esperados. Bora lá!

Por que saber como investir seu dinheiro é importante?

Talvez você já tenha ouvido alguém falar que é importante investir ou mesmo visto vídeos de educadores financeiros falando sobre o tema. O assunto é mesmo recorrente, até porque o dinheiro é um tópico relevante na nossa rotina, concorda?

Mas o que significa investir sua grana e por que você deve saber como fazer isso? A resposta começa com uma palavrinha que a gente sente no dia a dia, mas nem sempre sabe o que significa: inflação.

A inflação representa o aumento constante e generalizado dos preços de bens e serviços na economia. Portanto, quando esse índice aumenta, o seu poder de compra diminui. 

Nesse contexto, se você deixa o dinheiro parado na conta ou guardado em espécie em casa, ele não cresce e perde seu valor com o tempo. Então aquela grana que hoje dá para encher o carrinho do mercado provavelmente não vai ser suficiente para fazer o mesmo daqui a uns meses. 

Investir é um caminho para mudar essa situação. Uma analogia interessante é pensar que, ao fazer investimentos, você coloca o seu dinheiro para trabalhar. Em vez de ficar parada na conta, essa quantia consegue se movimentar para trazer mais grana para você. 

E saiba que investir não ajuda só a preservar o poder de compra — a prática é essencial pensando no seu acúmulo patrimonial. Pode ser juntar dinheiro para uma emergência, trocar de celular, fazer uma viagem, pagar um curso ou até dar entrada num imóvel. 

Tudo isso tende a ficar mais fácil quando o seu dinheiro trabalha por você. Ainda, você não precisa começar a investir com muito, viu? É um mito a ideia de que o mercado financeiro é restrito para quem já tem muito dinheiro. 

O que faz mais diferença no resultado é a constância: investir um pouquinho todo mês, com segurança, é um baita passo. 

O que considerar antes de começar a investir?

Como você viu, investir o seu dinheiro é útil tanto para proteger o seu poder de compra quanto para o acúmulo de grana com o passar dos anos. Mas como começar? 

Há passos importantes que você precisa considerar, beleza? Veja quais são eles!

Perfil de investidor

O primeiro aspecto é o seu perfil de investidor — já conhece esse conceito? Essa é uma classificação da sua tolerância ao risco na hora de investir e administrar a sua grana. Todo mundo tem um jeito diferente de mexer com dinheiro, não é mesmo?

Tem gente que não se incomoda com oscilações do mercado, enquanto outros preferem a segurança de saber quanto vão receber no final de um investimento. Assim, com base nessas características, é possível ter uma visão mais clara do seu perfil.

Ele pode ser um desses: 

  • conservador: prefere segurança e previsibilidade. Normalmente busca investimentos com baixo risco, mesmo que o rendimento seja menor;
  • moderado: aceita correr um pouco mais de risco pensando em melhores retornos, mas ainda prefere equilíbrio entre segurança e rentabilidade;
  • arrojado: está disposto a assumir riscos maiores em troca da possibilidade de lucros mais altos no longo prazo.

Vale destacar que o perfil de investidor também tem relação com o seu nível de conhecimento sobre o mercado financeiro. Por exemplo, para quem está dando os primeiros passos, é natural ser mais conservador, já que ainda não se tem tanta experiência. 

Com o passar do tempo, existe a chance de você se tornar um investidor moderado — ou até arrojado. O inverso também acontece, já que alguém que assume mais risco pode começar a fazer movimentações mais conservadoras pensando em proteger o seu patrimônio. 

Objetivos financeiros

Outro ponto de consideração, que anda de mãos dadas com o perfil de investidor, são os seus objetivos financeiros. Como o nome já adianta, eles representam as metas que você pretende tornar reais a partir dos investimentos. 

Você quer criar uma reserva de emergência? O objetivo é guardar uma grana para fazer uma viagem? Será que está na hora de financiar a casa própria? 

Cada meta pode pedir um tipo diferente de investimento. Quando o objetivo está claro, fica muito fácil decidir onde investir o dinheiro, concorda? 

Por exemplo, se o objetivo for ter um dindim guardado para emergências, o ideal é investir em alternativas que possam ser resgatadas a qualquer momento, com segurança. Já se a meta for de longo prazo, dá para buscar alternativas com maior rendimento.

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É por isso que esses objetivos devem ter um horizonte. Confira exemplos: 

  • curto prazo: metas para concretizar em até 1 ano ou quando você precisa de muita liquidez (vou falar melhor sobre esse conceito logo mais); 
  • médio prazo: os objetivos para realizar em um período de 1 a 5 anos;
  • longo prazo: metas com horizonte de resultados mais amplos, acima de 5 anos, como juntar para sua aposentadoria. 

Saber onde você quer chegar vai ajudar a escolher investimentos que combinam com o prazo e a relevância daquela meta. Além disso, a definição facilita na hora de analisar os resultados, já que dá para saber se os retornos o aproximam ou não do objetivo. 

Tripé dos investimentos

Falei para você sobre investimentos que precisam de liquidez, certo? Esse é um conceito muito importante quando falamos em movimentar o seu dinheiro e faz parte do que chamamos de tripé dos investimentos. 

Ele é composto por três elementos que estão presentes em todas as alternativas do mercado financeiro, em maior ou menor nível. Olha só:

  • liquidez;
  • segurança;
  • rentabilidade. 

A liquidez é a capacidade de transformar o investimento em dinheiro disponível na conta. Certas alternativas permitem resgate no mesmo dia — o que é chamado de liquidez diária —, outras pedem um prazo maior. Quanto maior a liquidez, mais rapidamente você consegue usar a quantia.

Já a segurança fala sobre os riscos aos quais você vai se expor. Por exemplo, há alternativas mais seguras, geralmente com rendimento previsível. Outras permitem projetar retornos potenciais maiores, mas não há garantias e, inclusive, tem chance de perda da grana investida. 

Por último, a rentabilidade é quanto você pode conseguir a partir do investimento. Só que aqui entra o equilíbrio: quanto mais alto o potencial de ganho, maior costuma ser o risco ou o tempo necessário para alcançar esse retorno.

Assim, um investimento pode ser seguro e de alta liquidez, mas ter potencial de retornos baixo. Outro traz a chance de uma rentabilidade alta, mas os riscos também são significativos. Considerar esses três pontos é essencial para fazer escolhas estratégicas, está bem?

Renda fixa e renda variável

Ainda há as classes de investimento: renda fixa e renda variável. Como o nome indica, a primeira é uma classe de alternativas com regras claras de retorno. Portanto, na hora de investir, você sabe quanto pode resgatar na data de vencimento — ou, pelo menos, como esse retorno vai acontecer.

Os títulos de renda fixa são divididos de acordo com essa lógica de rendimento. Existem três categorias:

  • prefixados: títulos com juros apresentados de antemão que não mudam até o fim da aplicação — mas esses retornos só são garantidos no vencimento;
  • pós-fixados: a rentabilidade acompanha uma taxa de mercado, como o Certificado de Depósito Interbancário (CDI), variando conforme suas movimentações. Resgates antecipados, quando possíveis, costumam ser menos arriscados;
  • híbridos: combinam um percentual prefixado com um pós-fixado. 

Esses títulos também podem ser públicos ou privados. Os primeiros são ligados ao Governo, já os privados são emitidos por instituições financeiras, securitizadoras e outras empresas. 

Já a renda variável não tem essa mesma previsibilidade. Isso significa que existe a possibilidade de o seu investimento subir ou cair ao longo do tempo sem uma lógica de rentabilidade como na renda fixa. Não dá para saber com certeza quanto você vai ganhar ou perder no investimento.

Em compensação, o potencial de lucros da renda variável tende a ser mais alto do que na renda fixa — mas a primeira demanda maior tolerância a risco dos investidores. As ações e os fundos imobiliários (FIIs), ambos negociados na bolsa de valores, são exemplos de investimentos da classe.  

Momento financeiro

Por fim, olhe para sua situação atual. Considere se as suas contas estão em dia, quanto você consegue investir por mês sem comprometer o essencial e se já tem uma reserva de emergência. Ela é indispensável para trazer mais tranquilidade em momentos desafiadores.

Alguns exemplos são perda de emprego, problemas de saúde e manutenções imprevistas. A reserva deve ser suficiente para cobrir, pelo menos, 6 meses dos seus custos, beleza? 

Se você ainda não tem essa reserva, construí-la costuma ser uma boa decisão antes de fazer outras movimentações no mercado financeiro. Afinal, se você precisar desse dinheiro, não será preciso resgatar a grana que está trabalhando em outro investimento. 

Então faça um planejamento financeiro e comece a investir com o que for possível — mesmo que seja pouco. O importante é criar o hábito e ter frequência, pensando na tarefa como uma maratona, não uma corrida curta, ok?

Com o tempo, os seus retornos tendem a se acumular e você pode fazer mais investimentos. Essa dinâmica costuma criar um efeito bola de neve, com retornos mais expressivos no longo prazo. 

Confira: Pix: o que é, como funciona e como usar no will bank? 

Quais são as principais opções de investimento para iniciantes? 

Quem está começando no mercado costuma procurar as alternativas de renda fixa, já que elas normalmente envolvem menos riscos. 

Conheça algumas das principais possibilidades dessa classe de investimentos!

CDBs

Os certificados de depósito bancário (CDBs) são títulos privados de renda fixa emitidos por instituições financeiras — como eu, o will. Para os bancos, eles funcionam como mecanismos para levantar recursos para suas atividades.

Quando os investidores fazem suas aplicações, as instituições podem usar esse dinheiro para financiar sua operação e oferecer linhas de crédito no mercado, por exemplo. Em troca, quem investiu tem retornos conforme as regras de rentabilidade que mostrei. 

Os CDBs podem ser uma alternativa para investidores que querem tirar o dinheiro da poupança. Esses investimentos se caracterizam pela segurança e costumam entregar retornos melhores que os da caderneta.

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No mercado financeiro, você encontra diversos tipos de CDBs, com os mais variados prazos de vencimento e retornos esperados. O motivo é que os bancos têm flexibilidade para determinar as regras dessas alternativas. 

Mas vale a pena ficar atento à reputação da instituição, beleza? Muitos bancos fazem promessas de retornos altos, mas podem ter dificuldades de honrar esse compromisso no futuro.

Para aumentar a segurança, os investidores de CDBs contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A proteção é de até R$ 250 mil, por CPF ou CNPJ, em caso de falência da instituição emissora do CDB, com teto de R$ 1 milhão que se renova a cada 4 anos. 

Fique atento à tributação

Um ponto de atenção é a incidência do Imposto de Renda (IR) sobre os lucros. As alíquotas cobradas variam conforme o tempo de investimento, está bem?

A tabela fica assim: 

  • até 180 dias de investimento: 22,5%; 
  • de 181 a 360 dias: 20%; 
  • de 361 a 720 dias: 17,5%; 
  • acima de 720 dias: 15%.

Quanto mais tempo o dinheiro ficar aplicado, menos você paga de tributo sobre o ganho — e esse recolhimento é na fonte. Também pode haver incidência do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), mas só se o resgate for feito antes de o investimento completar 30 dias. 

LCIs e LCAs

As letras de crédito imobiliário (LCIs) e do agronegócio (LCAs) também são títulos privados de renda fixa. Uma diferença para os CDBs é que, como os nomes adiantam, elas são relacionadas a operações imobiliárias e do agronegócio, respectivamente.

Como esses dois setores são vistos como chave na economia, há isenção de IR sobre os lucros para pessoas físicas. As LCIs e LCAs também contam com proteção do FGC seguindo as mesmas regras dos CDBs. 

Contudo, esses títulos costumam demandar um investimento inicial mais alto do que os CDBs e tendem a ter menor liquidez. Ainda, a isenção de IR nem sempre garante retornos mais altos. Você deve comparar a rentabilidade prometida e considerar a incidência do imposto das outras opções, ok?

Títulos do Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um programa do Governo Federal que permite a qualquer pessoa física investir em títulos públicos. Assim como os CDBs, LCIs e LCAs, essas aplicações são como empréstimos — nesse caso, você faz para o Governo, com a promessa de receber o dinheiro de volta, com juros.

Há diversos tipos de títulos que você encontra na plataforma, como o Tesouro Prefixado, o Tesouro Selic (pós-fixado) e o Tesouro IPCA (híbrido). Todos os títulos têm a garantia do Tesouro Nacional e são considerados de baixíssimo risco.

Como acontece com os CDBs, há incidência de IR e IOF sobre os lucros, nas mesmas regras. Para esses três tipos de título, também há uma taxa de custódia, de 0,2% ao ano, que incide sobre o investimento — a exceção são investimentos de até R$ 10 mil no Tesouro Selic. 

Leia também: Cartão de crédito sem limite: mitos e verdades

Como fazer sua primeira aplicação? 

Fazer a sua primeira aplicação ainda parece um bicho de sete cabeças para você? Calma, que essa tarefa não precisa ser complicada. Com as ferramentas certas e um pouco de organização, você dá esse passo com confiança e começa a ver o seu dinheiro trabalhando.

O primeiro ponto é escolher uma plataforma de investimentos confiável. Há bancos e aplicativos que oferecem acesso direto a diversos produtos financeiros para investir dinheiro. Aqui mesmo comigo, no will, você tem essa possibilidade. 

Na sequência, é hora de olhar para seu planejamento, vendo quanto você pode aplicar. Depois, é só escolher entre as alternativas disponíveis. Como mostrei, os CDBs podem ser um passo viável, principalmente para quem já investe na poupança e quer alternativas mais rentáveis.

Comigo, você também tem acesso à função de “Separar Dinheiro”. É só transferir o seu saldo para sua conta digital do will (começando com R$ 1) e ele vai render 99,9% do CDI. O retorno é diário e você consegue resgatar quando quiser, tudo com garantia do FGC. Legal, né?

Quais erros evitar ao investir? 

Para você ter ainda mais confiança, vale a pena descobrir quais são erros comuns que iniciantes cometem no mercado financeiro, certo? Com isso, você diminui as chances de cair em armadilhas e se prejudicar. O primeiro deles é olhar somente para a promessa de retorno.

Muitos iniciantes veem quanto podem lucrar com um investimento e desconsideram os riscos que a alternativa traz. Agindo desse jeito, existe a chance de eles tomarem decisões que não fazem sentido para seu perfil de risco ou nível de compreensão do mercado, sabe?

Logo, as chances de prejuízos são maiores, já que esses investidores podem não saber como agir em momentos de volatilidade. Como você viu, é indispensável conhecer o seu perfil e considerar o tripé dos investimentos antes de investir, beleza? Também pense nos seus objetivos financeiros. 

Sem uma meta clara, é mais difícil escolher os investimentos certos e manter o foco no que você deseja, lembra? Às vezes, os iniciantes só querem aplicar o dinheiro, mas sem um direcionamento claro para essa movimentação. 

Por último, não pense que investir é uma decisão que vai deixar você rico da noite para o dia. Esse é um processo de construção, que demanda movimentações regulares e com paciência. Com o tempo, os resultados podem se acumular. 

Nesta leitura, você entendeu como investir seu dinheiro com mais confiança no mercado financeiro, principalmente sendo um iniciante. Agora, se você quer dar os seus primeiros passos, considere essas orientações para tomar decisões mais racionais, combinado? 

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