Ser um ponto de coleta do Mercado Livre é uma forma simples de ampliar a receita do negócio sem a necessidade de investimento inicial e com custos operacionais bem baixos. Afinal, o serviço aproveita a estrutura já existente no seu estabelecimento.
Assim, ele transforma o fluxo de encomendas em uma fonte de ganho, ao mesmo tempo que aumenta a circulação de pessoas na loja e fortalece a visibilidade da marca. Logo, essa possibilidade é uma alternativa acessível para quem deseja diversificar a renda e atrair novos clientes.
Para aprender como esse formato funciona na prática e quais cuidados garantem um bom desempenho, confira comigo os 6 passos para servir como ponto de coleta do Mercado Livre!
6 Passos de como se tornar um ponto de coleta do Mercado Livre
Seguir o processo correto garante que o estabelecimento consiga atuar como ponto de coleta do Mercado Livre sem complicações. Quando você cumpre todos os passos, as chances de aprovação são maiores e o funcionamento do processo é mais tranquilo.
Por isso, eu, o will bank, organizei todo o caminho até a habilitação em etapas, que mostram o que é necessário fazer. Acompanhe os 6 passos que orientam essa jornada e ajudam a entender como funciona cada fase da adesão!
1. Entenda o que é um ponto de coleta
O ponto de coleta do Mercado Livre funciona como um parceiro que aproxima vendedores e compradores de um jeito simples e prático. Ele é um espaço físico para onde os vendedores conseguem enviar seus pedidos com mais facilidade e onde os clientes podem retirar suas compras.
Na prática, esse modelo atua como uma extensão da logística do Mercado Envios porque concentra encomendas em um único lugar e deixa todo o fluxo mais organizado, sabe? Quando as entregas passam por um ponto de coleta, o processo fica mais ágil.
As encomendas chegam, são armazenadas com segurança e seguem para a transportadora responsável, reduzindo deslocamentos e melhorando as rotas de distribuição. Para o cliente, esse processo significa mais comodidade na hora de retirar o pedido.
Isso é especialmente interessante para quem nem sempre está em casa para receber entregas, pois é possível ir ao ponto de coleta quando for mais conveniente. Além disso, o sistema facilita a logística reversa.
Se o produto não atender às expectativas ou estiver errado, o cliente consegue devolver nesse local, seguindo as etapas indicadas pelo aplicativo. Dessa forma, o processo fica mais prático e seguro, sem depender exclusivamente de transportadoras ou dos Correios.
Já para o vendedor, ele é uma alternativa prática para despachar mercadorias sem depender só de agências tradicionais. Ainda, o ponto de coleta recebe envios já embalados e etiquetados pelos vendedores, o que torna a operação rápida e sem complicações.
Essa estrutura complementa o que o marketplace já disponibiliza, amplia as possibilidades de envio e deixa a experiência mais fluida para todos os envolvidos. Interessante, não é?
Veja mais: Aprenda a calcular a margem de lucro de seus produtos!
2. Confira os requisitos obrigatórios
Para atuar como ponto de coleta do Mercado Livre, o estabelecimento precisa seguir requisitos para tudo funcionar bem. O espaço deve ser fácil de acessar, ter condições de acessibilidade e contar com pelo menos 4 m² reservados para armazenar os pacotes.
Como o fluxo de encomendas é constante, a loja precisa funcionar de segunda a sexta-feira, em horário comercial. A operação pede uma rotina bem coordenada, então duas pessoas já são suficientes para cuidar do atendimento e da triagem dos pacotes.
Você deve ter um dispositivo eletrônico com acesso à internet, já que toda a leitura das etiquetas acontece no sistema e precisa ser registrada em tempo real. A parte documental é simples.
O estabelecimento deve ter CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) ou ser MEI (Microempreendedor Individual) ativo. Ainda, o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) precisa ser adequado à atividade.
Também é necessário ter uma conta jurídica no Mercado Pago, que será usada para receber os repasses pelas coletas de encomendas. Quando todos esses pontos estão em ordem, o responsável pode enviar o cadastro.
A habilitação depende da demanda da região, então o Mercado Livre entra em contato quando houver vaga para novos pontos de coleta. Se a inscrição já tiver sido enviada anteriormente, não é necessário repetir — os dados ficam guardados para futuras oportunidades, combinado?
Confira: Qual o melhor banco digital? Um guia completo para cada necessidade
3. Realize seu cadastro no Mercado Livre
O cadastro para atuar como Agência Mercado Livre começa com os dados básicos do negócio: CNPJ, razão social, nome que aparece na fachada e o segmento em que a loja atua. Depois disso, é só dar o endereço completo.
Esses dados ajudam a plataforma a localizar o estabelecimento e saber se o espaço pode receber encomendas. Na etapa seguinte, o formulário pede a confirmação do uso das informações de acordo com a Declaração de Privacidade.
Em seguida, o site solicita os dias e horários de funcionamento porque a rotina da loja precisa acompanhar o fluxo das entregas. Ainda, é necessário responder a perguntas extras, como:
- se o público pode entrar no local;
- se existe pausa para almoço;
- se a loja fica no térreo;
- se o espaço é usado apenas para fins comerciais.
Essas respostas mostram se o ambiente está preparado para receber e organizar pacotes sem dificuldade. Para fechar, basta informar o nome, o telefone e o e-mail da pessoa responsável. Depois da verificação do reCAPTCHA, a solicitação é enviada.
A equipe do Mercado Livre analisa tudo e entra em contato quando há espaço para novos pontos de coleta na região. É importante lembrar que o envio do cadastro não garante a habilitação imediata porque a aprovação depende da demanda local e dos critérios da plataforma, está bem?
4. Prepare seu local para receber encomendas
Para que tudo funcione bem, o espaço tem que estar organizado de um jeito que facilite a vida de quem recebe e de quem coleta os pacotes. O ideal é começar separando uma área só para as encomendas.
Um cantinho limpo, com boa iluminação e sem nada atrapalhando a circulação já ajuda muito. Isso evita misturar caixas com produtos da loja e diminui riscos de perda. Outro ponto que faz diferença é deixar os pacotes arrumados de um jeito fácil de enxergar e alcançar.
Prateleiras, nichos ou caixas identificadas ajudam bastante porque permitem conferir e bipar tudo com mais rapidez. Como o sistema precisa ser atualizado o tempo todo, vale manter o leitor de etiquetas sempre carregado e conectado à internet para cada pacote ser registrado na hora que chega.
O atendimento entra nessa organização. Quando a equipe sabe como receber, conferir e guardar as encomendas, o dia a dia da operação fica mais simples e evita erros capazes de comprometer a continuidade da parceria com o Mercado Livre.
Você pode se interessar: Como empreender com pouco dinheiro: veja 5 ideias
5. Use ferramentas digitais para organização
O uso de ferramentas digitais facilita a rotina de um ponto de coleta porque centraliza as informações e ajuda a manter tudo sob controle. Com aplicativos de gestão, planilhas online e sistemas em nuvem, é possível registrar a entrada e a saída dos pacotes na hora.
Esse formato evita erros e deixa a comunicação da equipe muito mais simples. Além disso, pequenas ferramentas, como agendas digitais, lembretes e etiquetas automáticas, ajudam a manter um padrão na rotina.
6. Ative o recebimento com will pay para simplificar os repasses
O pagamento pelos serviços do ponto de coleta é feito pelo Mercado Livre, com depósitos mensais na conta bancária informada. Ao cadastrar uma conta do will bank, você aproveita vantagens como ausência de taxas para movimentar seu dinheiro com liberdade.
E se a sua loja recebe mais visitas por causa do ponto de coleta, é natural que surjam mais oportunidades de venda, lembra? É aí que o will pay pode ajudar: ele transforma o celular em uma maquininha de cartão para facilitar esses pagamentos.
Com ele, dá para receber no débito, crédito e até Pix — tudo sem precisar de outro equipamento. Dessa maneira, você deixa a rotina da empresa mais leve e consegue conciliar as atividades da loja com o trabalho como ponto de coleta do Mercado Livre.
Saiba mais em: Veja como transformar celular em maquininha
Erros comuns a evitar
Um dos deslizes mais comuns ao virar ponto de coleta é não ler o contrato com calma. Ali estão todas as regras do jogo: responsabilidades, prazos, formas de pagamento, limites de armazenamento e até padrões de atendimento.
Quando você não olha isso direito, acaba entrando na parceria sem entender tudo o que vai precisar cumprir. Essa falta de compreensão abre espaço para problemas que poderiam ser evitados logo no começo.
Outro erro é começar a operar sem ter estrutura suficiente. Se o espaço não comporta o volume de pacotes, tudo vira uma bagunça: encomendas empilhadas, dificuldade para achar itens, risco de extravio e um ritmo de trabalho mais lento.
Também tem o registro dos pacotes. Quando isso não é feito na hora e do jeito certo, o controle se perde. Surgem falhas no rastreamento, dúvidas sobre o que entrou ou saiu e desgaste com vendedores e transportadores.
Neste artigo, você conferiu os 6 passos para transformar seu estabelecimento em um ponto de coleta do Mercado Livre. Agora, vale considerar a possibilidade para aumentar o faturamento do negócio.
Aproveite para tornar a sua loja um ponto de coleta e receba com praticidade com o will pay!
Transparência que a gente leva a sério 💛
Este conteúdo foi criado com muito carinho pra te ajudar, mas pode conter informações que mudaram com o tempo. Sempre vale conferir as fontes oficiais ou o app do will pra garantir que tá tudo atualizado.Algumas imagens utilizadas em nossas publicações podem ter sido obtidas em bancos gratuitos ou pagos de terceiros. O uso segue os termos de licença de cada plataforma.
Pra conhecer nossos compromissos com ética e governança, acesse: willbank.com.br/eticaegovernanca
Se precisar, nossa Ouvidoria também tá sempre de portas abertas.

